Las Chicas Poderosas – Jornalistas, feministas.

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Com o aumento da inserção das mulheres no mercado de trabalho, cada vez mais surgem jornalistas mulheres, feministas e com talentos equiparados, inferiores e maiores do que de qualquer homem. Segundo Mariana Santos, criadora do programa para jornalistas, mulheres ‘’Chicas Poderosas’’, as mulheres, diferentes do homem, se unem e disto partem suas forças e talentos cada vez maiores.

 

Partindo da ideia de que há a necessidade de não só as mulheres, mas sim o jornalismo como um todo se atualizar a nova era, digital. Santos lançou o programa, que tem como parceiro o ICFJ Knight International Journalism Fellowship. O projeto está operando em toda a América Latina para promover a capacitação e inclusão de mulheres nas áreas de tecnologia, especialmente nos meios de comunicação.

Santos diz que a mensagem do projeto é: “Guia-me, siga-me ou saia do meu caminho.”

“Pesquisas mostram que mulheres duvidam de suas capacidades e temem o fracasso mais do que os homens”, ela conta à IJNet.”Então nós criamos um lugar onde não há nenhuma expectativa, onde estamos todos na mesma sintonia –um grupo de pessoas que querem aprender e compartilhar um lugar de abertura sem julgamento.”

 

Desde maio de 2013, o movimento para treinar, engajar e inspirar mulheres jornalistas, designers, programadores e artistas chegou ao Chile, Colômbia e Costa Rica, com oficinas e oportunidades de aprendizado e networking.

Apesar de tanta feminilidade, o programa é aberto também para homens (afinal seria até machismo da parte delas, né?), oferecendo eventos gratuitos, com sobre temas como o jornalismo de dados e design interativo.

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JORNALISTA: MARIANA SANTOS – FUNDADORA DO PROGRAMA DE JORNALISTAS PARA JORNALISTAS ”CHICAS PODEROSAS”.

 

As hackatonas (hakers + internaltas), fomentam o desenvolvimento de ideias inovadoras. Durante um evento de três dias na Costa Rica, em julho de 2013, os participantes aprenderam a trabalhar em equipe, usar dados e criar visualizações, bem como assistiram a palestras de renomados jornalistas e desenvolvedores, incluindo a repórter investigativa Giannina Segnini,a desenvolvedora Irene Ros e a jornalista Nicola Hughes.

“O principal resultado das Chicas Poderosas é que desencadeou a paixão pela tecnologia e as muitas maneiras em que pode capacitar o jornalismo”, diz Segnini. “Compreender as possibilidades que temos agora é o primeiro passo para fazer o uso adequado das ferramentas que estão disponíveis.”  – Mariana Santos.

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DICAS JUSTAS E NECÉSSÁRIAS PARA NAVERGAR NUM MAR DE DADOS

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Os infográficos se tornaram um ótimo e fundamental mecanismo para a compreensão de assuntos complexos, tanto que o jornalistas não devem se dar ao luxo de metamorfosear a informação a tornando mais simples do que é. Que o infográfico facilita e descontrai mais, sim. Mas a essência de tais temas devem ser respeitadas, complexamente dizendo.

”As histórias são sempre mais complicadas do que parecem à primeira”. – Alberto Cairo, especialista em visualização de dados. ”Não tente simplificar dados ou histórias”.

Cairo, professor da Universidade de Miami, compartilha suas dicas para visualização de dados de uma forma mais eficaz e concentrada durante a recente conferência da Chicas Poderosas (programa de aprendizagem de narrativas visuais, organizado por mulheres jornalistas). São quatro princípios orientadores para se lembrar quando se prepara uma visualização ou infográfico.

 

ACRESCENTE O CONTEXTO

  • Os ouvintes, telespectadores, leitores, receptores precisam mais do que gráficos . É necessário detalhes e informações adicionais para que seja compreensível.

 

  • Deixa-lo de fora é apresentar qualquer verbalização apenas com o título, sem os essenciais detalhes da história.

 

É JUSTO E NECÉSSARIO, PADRÕES, NÃO EXCESSOS DE SIMPLIFICAÇÕES

 

  • Partindo a ideia, Cairo compartilha a citação do físico Richard Feynman. ”O primeiro princípio é que você não deve enganar a si mesmo e você é a pessoa mais fácil de enganar”.

 

  • Certos números não são comparáveis. É dever do jornalista partir da pergunta: ” Esta informação está sendo comparada a o quê? Quem está sendo comparado a ela’?

 

  • A analisar, ir ao fundo e compreender o fato, surge a melhor maneira de oferecer a informação ao receptor, antes mesmo de transformá-la em infográfico. Assim ao mesmo tempo se evita a explicação exacerbada que a torna banal até.

 

”JORNALISMO E MAL GOSTO, NÃO PERMITA QUE ANDEM JUNTOS. É FUNDAMENTAL CRIATIVIDADE, TODAVIA COM CÉTICA A MESMA”. 

 

  • Perante a profunda imersão de um oceano de dados, não se afogue na gama de informações, mostre o que realmente se queira ver.

 

  • Se for justo e necessário… É adequado reapresentar os dados já mostrados. E cabe a criatividade jornalística um modo diferente.

 

  • ”Visualizações não são feitas para serem vistas, mas para serem lidas, para que o usuário assuma o comando sobre como ele ou ela navega através da matéria”. – Alberto Cairo.

 

FOCO

  • O meio deve ser mantido em mente. Certos tipos de mídia, como no celular, o desafio é que a informação não pode ser mostrada como um todo, mas deve ser mostrada em sequência e camadas.

 

  • A princípio de tudo, uma responsabilidade com o planeta e a humanidade, em seguida o público alvo, empregadores e nosso mundo artíscio interior. Outrora antes de ser um artista da comunicação, um criador de dispositivos que tornem o mundo melhor.

NADA MAIS INFOGRÁFICO DO QUE UM MAPA

jjFERRAMENTAS BÁSICAS DE MAPEAMENTO PARA JORNALISTAS

Dada a modernidade. Pleno século XXI. E ainda a grande gama de dados são muitas vezes melhor exibidas da velha e boa forma, milenar: o mapa. Assim compartilha Gustavo Faleiros, jornalista e instrutor de mídia ambiental brasileiro.

Grandes conjuntos de dados contêm informações referentes a localizações, necessitando de mapeamentos. Segundo Faleiros, ”os mapas também são uma ótima ferramenta para permitir interação com o usuário. E uma boa maneira de contar histórias”.

Gustavo Faleiro é bolsista do Knight International Journalism Fellowship e como parte do programa, em 2012 lançou a plataforma Infoamazonia, um site de notícias e mapeamentos que usam satélites e outros dados de domínio público para monitorar a floresta amazônica. Em 15 de maio de 2014 ministrou um webinário (web seminário), no Google+, fornecendo informações básicas sobre mapeamento no jornalismo. Os participantes aprenderam a obter dados a partir de fontes primárias, transformá-los em um formato de exibição e mapeá-los com ferramentas precisas. O online evento, hospedado pelo ICFJ Aniwhere, foi apoiado pela Fundação Down Jones.

DESTAQUES DA IJNet

 

UMA RIQUEZA DE DADOS ACESSÍVEIS

“Os jornalistas e os visualizadores de dados não podem se queixar da falta de fontes sobre as questões ambientais”, disse Faleiros. Décadas de dados estão disponíveis graças à pesquisa científica e observação, e os conjuntos de dados são geralmente acessíveis em formatos abertos.

Faleiros criou o Geojournalism Handbook para ajudar os jornalistas a explorarem fondes de dados geográficos. O manual contém informações sobre como acessar os dados ambientais, sobre tudo, de incêndios florestais a emissões de gases do efeito estufa. Também oferecendo turoriais ensinando manipular, mapear e visualizar tais dados.

UM MAPA QUE FAÇA TUDO, NÃO HÁ

Os jornalistas podem se dar ao prazer do luxo de escolher uma série de diferentes formatos  de mapa, que oferecem inúmeras possibilidades infograficas. Dentre eles:

  • MAPAS DE PONTOS. Exibem múltiplas marcas em uma região.

Por exemplo, cada ponto no mapa abaixo representa uma fonte de água na Tanzânia.

http://www.waterpointmapping.org/interactive-map-examples/example-of-point-maps

  • MAPAS POLOGONAIS. Usam formas para representar os dados de uma região geográfica.

Por exemplo, o mapa do Texas Tribune, abaixo, que mostra os locais de eliminação de águas residuais do estado, muitas vezes a partir de operações de faturamento hidráulico.

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  • MAPAS CLOROPLET. Usam polígonos com códigos de cores e são ideais para olhar tendências.

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Por exemplo, abaixo o mapa cloropleth de emissoes de CO2, usa vermelho onde há mais emissões e verde onde há menos.

  • MAPAS DE CALOR. Representam dados como cores, ou “calor”.

Por exemplo, abaixo.

http://www.patrick-wied.at/static/heatmapjs/example-heatmap-googlemaps.html

  • MAPA DE BOLHA. Mostra cada ponto de dados como um círculo, cujo tamanho é dimensionado de acordo com o seu valor.

Por exemplo, o mapa a baixo que mostra a população por município nos Estados Unidos.

http://bost.ocks.org/mike/bubble-map/

  • MAPAS CARTOGRAMAS. Distorcem formas geográficas proporcionais aos dados que estão sendo representados.cartogram

 

PARA CONFERIR… FERRAMENTAS IDEIA PARA JORNALISTA IDEAIS

Planilhas do Google a Fusion Tables e CartoDB. São algumas de muitas ferramentas que estão disponíveis para analise e motra do sconjuntos de dados para formar um mapa. Gustavo Faleiros, reune uma lista de ferramentas que resume vantagens e desvantagens de cada ferramenta e exemplifica como uma pode ser usada.

https://docs.google.com/document/d/1x0nyx513zgU6C1FbT5BESr0HkiTAFM0bVJG896864Hk/edit?pli=1

Quanto a criação de mapas onlie, Faleiro recomenda que os jornalistas se familiarizem com  um número de formatos e habilidades para lidar com informações gerográficas, incluindo CSV, XLS ou qualquer formato de tabela com colunas de latitude longitude; formatos KML/KMZ usados pelo google Earth ou Fusion Tables; pastas SHP (Shhapefile) e GEOTIFF. Também devem saber como ”geocodificar” ou encontrar dados usufruindo de ferramentas que leem informações geográficas automaticamente.

  – MAIS INFORMAÇÕES – 

http://www.icfj.org/

https://ijnet.org/

POR,

André Cardoso Nascimento – (LANDRE). Estudante do curso de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Twitter: @CardosoLandre – https://twitter.com/CardosoLandre

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ICFJ – JORNALISMO, TECNOLOGIA E QUALIDADE COMO INSTRUMENTO DE MUDANÇA

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INTERNATIONAL CENTER FOR JOURNALISTS. JORNALISMO DE ALTA QUALIDADE QUE BUSCA A MELHORIA DA SOCIEDADE  

 O Centro Internacional Para Jornalistas é um a organização sem fins lucrativos que promove jornalismo de alta qualidade em todo o mundo. Pela associação é crido que mídias vigorosas alternativas são fundamentais para melhoria da condição humana. Localizada em Washington, a organização de jornalistas para jornalistas foi criada em 1984 por Tom Winship, Jim Ewing, e George Krimsky, jornalistas proeminentes dos Estados Unidos. O ICFJ tem trabalho ligado a mais de 70 mil jornalistas em mais de 180 países ao longo de 30 anos.

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OBJETIVOS 

Por meio de programas que abusam das mais avançadas tecnologias digitais, o International Center For Journalists visa o aumento do fluxo de informações que superem expectativas. E o jornalismo de dados empenha um fundamental papel neste objetivos. Com tecnologia de ponta e uma carga de dados, a organização oferece treinamento prático, seminários, workshops, bolsas de estudos e intercâmbios internacionais para jornalistas, gerentes de mídia, em muitos países, tais como China, Egito, Gana, Jordânia (Instituto da Comunicação Social), México, Paquistão e Tunísia .

”Nosso objetivo é de servir como catalizadores de mudanças, deixando nossos parceiros mais fortes e os funcionários responsáveis.

”Acreditamos que o papel apropriado dos meios de comunicação é expor, investigar e articular questões de interesse para os cidadãos comuns em todo o mundo”.

4 – METAS 

IMPACTO MUNDIAL . Oferecendo a jornalistas as ferramentas e o treinamento preciso para criação e manutenção de pontos de vendas e sistemas de comunicação alternativos/independentes no mundo inteiro.

# FIXAÇÃO DOS FRUTOS. Os jornalistas globais, ”crias do ICFJ”. Por meio de continuas capacitações em mídias digitais e meios impressos, radiofônicos, televisivos e online, a organização pretende ajudar os especialistas a permanecer na vanguarda tecnológica e profissional.

# CRIANDO E PREPARANDO. Uma classe de jornalistas especializados em economia, cultura, saúde, educação, etc. Para fornecimento informacional mais amplo e aprofundado.

# OFERECENDO FERRAMENTOS. Se esforçando para se mover rapidamente para dar aos jornalistas meios para cobrir grandes histórias cotidianas.

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IMPACTO 

”Projetamos nossos programas para entregar o máximo de resultados. Ao investir pesadamente em acompanhar e avaliar as nossas iniciativas, mostramos como o bom jornalismo pode melhorar a sociedade”.

PROGRAMAS EMBLEMÁTICOS 

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Profissionais da mídia global com organizações de mass medias parceiras em países-chave onde existem oportunidades para significativas e mensuráveis mudanças. Estabelecendo novas associações de jornalismo, o lançamento de instituições de ensino para a formação de novos jornalistas, criando bancos de dados baseados na web pra controle da corrupção, a criação de serviços de entrega de notícias via celular e criação de plataformas com base na web para acréscimo da distribuição. Assim é mostrado a jornalistas e cidadãos que os relatórios produzidos com qualidade podem impactar e encorajar os esforços de outros profissionais. Assim sendo, CIÊNCIA.

INTERNATIONAL JOURNALISM NETWORK 

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IJNet, Rede Internacional de Jornalistas. Um serviço online que oferece informações amplas de oportunidades de treinamento pra uma rede global de jornalistas e organizações de desenvolvimento de meios de comunicação. O site traz as mais recentes ferramentas de redes sociais, espaços de discussão e fóruns. A rede também envia boletins de e-mails semanais em Árabe, Chinês, Espanhol, Inglês, Português e para mais de 17 mil profissionais de mídia. IJNet mantém o controle do treino de mídia e de outros esforços de atendimento em mais de 150 países, permitindo que os doadores e organizadores de formação jornalística maximizem os recursos e evitem duplicações.

 – MAIS INFORMAÇÕES – 

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André Cardoso Nascimento – (LANDRE). Estudante do curso de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

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IICS. JORNALISMO + DADOS = VISUALIZAÇÃO

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INSTITUTO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS SOCIAIS OFERECE O PROGRAMA DE JORNALISMO DE DADOS E VISUALIZAÇÃO

  Profissionais da comunicação como produtores, repórteres, editores, designers e publicitários se depararam às vésperas de um futuro novo. Copa do Mundo, eleições e manifestações. Não significativamente por isso, mas cada vez mais o volume de informação é crescente. A forma como tais temas e outros são tratados se distinguem e caem na mesmice também. O jornalismo de Dados está aí e como nunca antes os mass media necessitam dos ditos cujo.

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Para agregar o útil ao agradável às necessidades dos comunicadores, para análise de dados, filtrar das informações e utilização de novas formas de narrativas mais visuais e interativas. O que se precisa realmente é ampliação do manuseio de técnicas e saberes. E com tais urgências, o IICS trás o Programa de Jornalismo de Dados, curso para jornalistas, e profissionais que trabalham ou cogitam trabalhar com Jornalismo de Dados e Infografia tanto em meios impressos, eletrônicos e digitais.

CONTEÚDO X REALIZAÇÃO

O Programa oferece os principais conceitos e ferramentas para apuração e interpretação de dados, extração de dados de redes sociais, princípios de sesign aplicados à visualização, uso de dado públicos, importância do texto, desafios da visualização e infografia moderna e a importância do texto jornalístico e da narrativa em visualização.

Em 2013, já concretizado e em 2014 será realizado em novembro, durante uma semana a cada mês. Segundo o coordenador do curso, o jornalista Sérgio  Lüdtke, foi criada uma grande de disciplinas o mais abrangente possível. Profissionais como Alberto Cairo ( Universidade de Miami/EUA), Marcelo Soares (Folha de S. Paulo), Florencia Coelho (La Nacíono) e Fábio Malini (Universidade Federal do Espírito Santo), entre outros.

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INSCRIÇÕES & CONTATO

http://www.iics.edu.br/inscricoes/#toggle-id-1

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André Cardoso Nascimento – (LANDRE). Estudante do curso de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

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‘’SO SELFIE, SOUL CITY, SOU DA MODA’’

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CONHEÇA O PROJETO SELFIECITY, QUE ESTUDA OS AUTO-RETRATOS PELO MUNDO COMO FORMA DE COMPREENSÃO DE UM NOVO COMPORTAMENTO

Sabe quando se  tira uma foto de frente o espelho? Ou no elevador?  Ou na academia? Então… São Sefies.

VAMOS ATÉ ONDE O BRAÇO ALCANÇA?

Selfie, a palavra que em 2013 tornou-se da moda. E que em 2014,  ”selfie hollywoodiano de Elen DeGeneres”, foi o tweet mais retuitado do mundo, devido à foto tirada durante a 86° cerimônia do Oscar. Dentre este e diversos outros fatores que carregam o nome, o termo transforma-se inquestionavelmente numa grandiosa marca cultural que possui efeitos no que se refere à fotografia, a forma de exposição e interação do homem com a nuvem. De fato, como todo o uso da tecnologia, o público jovem é a maioria, contudo nada que os mais velhos não curtam e compartilhem.

Selfie, por seus meios é mais que apenas uma boa pose e sorriso, é a representação de um novo comportamento majoritário. Seria o que buscam e almejam alcançar? Muito cedo para respostas, porém no tempo certo para surgir algo que estude isso a fundo, um estudo de dados, um novo jornalismo de dados. SelfieCity.

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 SELFIES DE ELEN DEGENERES JUNTO A PARTICIPANTES DO OSCAR 2014

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SELFIECITY 

Criado pelo especialista em arte e cultura digital, Lev Manovich e um grande time, o projeto investiga os estilos de auto-retratos (selfies) em Bangkok, Berlim, Moscou, Nova York e São Paulo, usando metodologias quantitativas, teóricas e artísticas. ‘’Apresentamos nossos resultados sobre a demografia de pessoas que tornam selfies, suas poses e expressões’’. A coleta de mais de 3 mil imagens selfies abordam questões como: Ferramenta de auto-promoção? É um meio de auto-expressão? É um grito para chamar atenção?

Para issos, SelfieCity definiu parâmetros durante a análise de fotos, referentes a idade, posição da foto, gênero, se está de boca ou olhos fechados ou abertos, inclinação da cabeça, com óculos, expressando calma, raiva ou felicidade.

RESULTADOS:

– De 300 mil imagens selecionadas inicialmente, apenas 3 a 5% são consideradas selfies.

– Mulheres tiram mais selfies do que os homens.

– Mulheres variam mais na posição corporal, com ênfase em poses sensuais. O homem geralmente inclinar a cabeça em média 8,2º, enquanto as mulheres, 12,8º (em São Paulo chegando à 16,9º).

– A média de idade de quem faz selfie é de 23,7 anos.

– Em São Paulo e Bangkok, as pessoas sorriem mais felizes e menos em Moscou.

SELFIES DE CADA CIDADE E A FORMA COMO OS DADOS FORAM COLETADOS: (FONTE: SELFIECITY)

  • O interativo selfiexploratory permite navegar todo o conjunto de 3.200 fotos.
  • Finalmente, teóricos ensaios que discutem selfies na história da fotografia, as funções de imagens em mídias sociais e métodos e conjunto de dados.selfiexploratory

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SE TRATANDO DE SELFIES… HÁ ESTILOS DIFERENTES EM CADA CIDADE

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BANGKOK

Berlim

BERLIM

Moscou

MOSCOU

NY

NOVA YORQUE

São-paulo

SÃO PAULO

— Mais informações:

– http://selfiecity.net/

http://maisdetrinta.com.br/

http://gitsufba.net/

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SABE O QUE É ISSUU?

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 A ”BANCA ONLINE”, COMO FONTE DE DADOS E SITE DE LIVRE PUBLICAÇÃO DIGITAL

Com a ideia  a partir da possibilidade de criar revistas próprias sem sacrificar a experiência tátil e estética da impressão. ISSUU, foi criado em Copenhagen, Dinamarca, em 2006 por um grupo auto-declarodo, ‘’geeks loucos com um amor da indústria editorial’’, formado por Michael Hansen, Ruben Bjerg Hanse, Mikkel Jensen e Martin Ferro-Thonsen.

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O site que simula um ensaio de ler uma publicação impressa, porém online, como uma banca de  jornal digital, possui mais de 15 milhões de publicações, ISSUU é uma plataforma de periódicos, magazines, jornais, revistas, HQ’s e diversas publicações digitais, ‘’que mais cresce no mundo’’, segundo o dito cujo.

Milhões de leitores ao redor do mundo frequentam diariamente o site para ler publicações gratuitamente criadas por editores de todos os lugares. Dentre temas, cultura, estilo de vida, moda, esportes e assuntos globais para mencionar alguns. Também, o site possui uma grande gama de renomados editores independentes que usufruem da rede ISSUU, para alcance de novos usuários a cada dia.

ISSUU é arquivo, biblioteca, banca de jornal e revistaria reunida a uma só experiência de leitura que procura no mundo todo, novos profissionais de variadas áreas para complementar a sua capacidade de qualidade e conteúdo.­

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— Mais informações:http://issuu.com/

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André Cardoso Nascimento – (LANDRE). Estudante do curso de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

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