NADA MAIS INFOGRÁFICO DO QUE UM MAPA

jjFERRAMENTAS BÁSICAS DE MAPEAMENTO PARA JORNALISTAS

Dada a modernidade. Pleno século XXI. E ainda a grande gama de dados são muitas vezes melhor exibidas da velha e boa forma, milenar: o mapa. Assim compartilha Gustavo Faleiros, jornalista e instrutor de mídia ambiental brasileiro.

Grandes conjuntos de dados contêm informações referentes a localizações, necessitando de mapeamentos. Segundo Faleiros, ”os mapas também são uma ótima ferramenta para permitir interação com o usuário. E uma boa maneira de contar histórias”.

Gustavo Faleiro é bolsista do Knight International Journalism Fellowship e como parte do programa, em 2012 lançou a plataforma Infoamazonia, um site de notícias e mapeamentos que usam satélites e outros dados de domínio público para monitorar a floresta amazônica. Em 15 de maio de 2014 ministrou um webinário (web seminário), no Google+, fornecendo informações básicas sobre mapeamento no jornalismo. Os participantes aprenderam a obter dados a partir de fontes primárias, transformá-los em um formato de exibição e mapeá-los com ferramentas precisas. O online evento, hospedado pelo ICFJ Aniwhere, foi apoiado pela Fundação Down Jones.

DESTAQUES DA IJNet

 

UMA RIQUEZA DE DADOS ACESSÍVEIS

“Os jornalistas e os visualizadores de dados não podem se queixar da falta de fontes sobre as questões ambientais”, disse Faleiros. Décadas de dados estão disponíveis graças à pesquisa científica e observação, e os conjuntos de dados são geralmente acessíveis em formatos abertos.

Faleiros criou o Geojournalism Handbook para ajudar os jornalistas a explorarem fondes de dados geográficos. O manual contém informações sobre como acessar os dados ambientais, sobre tudo, de incêndios florestais a emissões de gases do efeito estufa. Também oferecendo turoriais ensinando manipular, mapear e visualizar tais dados.

UM MAPA QUE FAÇA TUDO, NÃO HÁ

Os jornalistas podem se dar ao prazer do luxo de escolher uma série de diferentes formatos  de mapa, que oferecem inúmeras possibilidades infograficas. Dentre eles:

  • MAPAS DE PONTOS. Exibem múltiplas marcas em uma região.

Por exemplo, cada ponto no mapa abaixo representa uma fonte de água na Tanzânia.

http://www.waterpointmapping.org/interactive-map-examples/example-of-point-maps

  • MAPAS POLOGONAIS. Usam formas para representar os dados de uma região geográfica.

Por exemplo, o mapa do Texas Tribune, abaixo, que mostra os locais de eliminação de águas residuais do estado, muitas vezes a partir de operações de faturamento hidráulico.

texax

  • MAPAS CLOROPLET. Usam polígonos com códigos de cores e são ideais para olhar tendências.

cloropet

Por exemplo, abaixo o mapa cloropleth de emissoes de CO2, usa vermelho onde há mais emissões e verde onde há menos.

  • MAPAS DE CALOR. Representam dados como cores, ou “calor”.

Por exemplo, abaixo.

http://www.patrick-wied.at/static/heatmapjs/example-heatmap-googlemaps.html

  • MAPA DE BOLHA. Mostra cada ponto de dados como um círculo, cujo tamanho é dimensionado de acordo com o seu valor.

Por exemplo, o mapa a baixo que mostra a população por município nos Estados Unidos.

http://bost.ocks.org/mike/bubble-map/

  • MAPAS CARTOGRAMAS. Distorcem formas geográficas proporcionais aos dados que estão sendo representados.cartogram

 

PARA CONFERIR… FERRAMENTAS IDEIA PARA JORNALISTA IDEAIS

Planilhas do Google a Fusion Tables e CartoDB. São algumas de muitas ferramentas que estão disponíveis para analise e motra do sconjuntos de dados para formar um mapa. Gustavo Faleiros, reune uma lista de ferramentas que resume vantagens e desvantagens de cada ferramenta e exemplifica como uma pode ser usada.

https://docs.google.com/document/d/1x0nyx513zgU6C1FbT5BESr0HkiTAFM0bVJG896864Hk/edit?pli=1

Quanto a criação de mapas onlie, Faleiro recomenda que os jornalistas se familiarizem com  um número de formatos e habilidades para lidar com informações gerográficas, incluindo CSV, XLS ou qualquer formato de tabela com colunas de latitude longitude; formatos KML/KMZ usados pelo google Earth ou Fusion Tables; pastas SHP (Shhapefile) e GEOTIFF. Também devem saber como ”geocodificar” ou encontrar dados usufruindo de ferramentas que leem informações geográficas automaticamente.

  – MAIS INFORMAÇÕES – 

http://www.icfj.org/

https://ijnet.org/

POR,

André Cardoso Nascimento – (LANDRE). Estudante do curso de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

Twitter: @CardosoLandre – https://twitter.com/CardosoLandre

WordPress: Blog – http://cardosolandre.wordpress.com/

Advertisements

One thought on “NADA MAIS INFOGRÁFICO DO QUE UM MAPA

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s