Jornalismo de dados no Brasil

 

 

O novo conceito de fazer jornal através dos rackers e os jornalistas independentes

Sim o jornalismo de dados possui no Brasil. Não como uma grande mídia. O que esta acontecendo são algumas mudanças profundas. Entre elas os principais motivos:

Os principais jornais mantêm a publicação dos horóscopos sem se preocupar no que escreve. As TVS nacionais fazem matérias de virgens e santos como fatos e não ilusões. As principais revistas semanal de informação geral possui uma péssimo visual e grosseria no critério estatístico. Isso tudo pode ocasionar um clima propicio para não ocorrer o desenvolvimento do trabalho e das matérias não obtendo um bom desenvolvimento da profissão.

O diploma não é obrigatório para exercer a profissão do jornalismo. As empresas de comunicação exigem o diploma para dificultarem na hora de arrumar emprego para os jornalistas. O departamento de jornalismo não sente a necessidade de ampliar e renovar os conhecimentos dos seus profissionais, através de treinamento com habilidades conceituais e tecnológicas. Devido contratar somente quem possui um diploma de jornalismo.

Os jornalistas diplomados não possuem uma bagagem qualificada nos conhecimentos científicos ou técnicos profundos. Muitas vezes nem sabem ler uma tabela de números, colocarem os contextos e nem extrair histórias que é o principal.

As grades mídias muitas vezes utilizam especialistas nas áreas (cientistas, economistas, sociólogos, etc.), como o repórter tem que fazer uma entrevista ou matéria com uma linguagem bem popular para as pessoas entender o assunto, devido na ciência e economia possui muitas palavras complicadas e imensos números e porcentagens. A maioria da população não entende do assunto, ate mesmo os jornalistas possuem dificuldades de entender o que os especialistas estão falando.

Nos dias de hoje ate mesmo as melhores jornais de Comunicaçao dos EUA — The New York Times, The Washington Post, The Boston Globe, LA Times, Pro Publica, The Texas Tribune — estão conseguindo: formar equipes multidisciplinares que possuem profundo conhecimento de jornalismo de dados, visualizações e infográficos interativos.

Vendo tudo isso no Brasil o jornalismo de dados e a visualização pode crescer todos os dias.

Com a iniciativa dos grandes veículos jornalísticos, de formam um pequeno grupo de profissionais com vontade de fazer boas matérias. Como a equipe Estadão Dados e o blog Afinal de contas, de Marcelo Soares na Folha de S. Paulo são bons exemplos.

Possuem outros projetos isolados, sendo feitos pelas revistas Época e Veja, e jornais como o Correio, na Bahia, o Estadão, e a Folha. Esta faltando dar continuidade neste projeto.

Não são somente as mídias tradicionais que fazem excelentes matérias. Os que trabalham na área de design e visualização também estão fazendo excelentes trabalhos entre eles. InfoAmazonia e sua impressionante combinação de bancos de dados e representação cartográfica; o Radar Parlamentar, que analisa matematicamente os padrões de voto dos congressistas; as propostas resultantes do W3C, como o Retrato da Violência Contra a Mulher no RS e Para Onde vai Meu Dinheiro; e o projeto Escola que queremos.

Os rackers e os jornalistas independentes são importantes para o dia de hoje. Estão fazendo uma nova informação publica, no qual o futuro esta aberto a vários tipos de informações veiculadas no qual mudam todos os dias.

http://datajournalismhandbook.org/pt/na_redacao_6.html#sthash.NCxCAM03.dpuf

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